Ilberic Tuck - relato da sessão de 10/10/2012 - por R. Raposo
Vigiei a saída da caverna enquanto diversos corpos de crianças eram removidos. Felizmente, não vi nenhum que pudesse identificar como Rufus. Isso, entretanto, não me dava certeza de que meu amigo estivesse vivo e bem. Quando cessaram os trabalhos e os soldados montaram seu acampamento e organizaram turnos de guarda, me afastei deles e logo encontrei um regato. Bebi e me limpei da melhor forma que pude. Depois, procurei ervas e raízes comestíveis, montei algumas armadilhas e deitei semi-oculto em meio às moitas que cresciam aos pés das raízes de uma grande árvore. Ao alvorecer, verifiquei minhas armadilhas e vi que apanhara uma lebre. Passei a manhã observando os corpos das crianças serem retirados das cavernas. Entre eles, não consegui , mais uma vez, distinguir o de meu amigo Rufus. Já perto do meio dia, os meus companheiros de cativeiro retornaram. Desta vez, vinham bem equipados e montados, acompanhados de um soldado. Eu os observei chamar meu nome várias vezes, ...
O interessante é que essa carta é uma sugestão de como um Mestre pode abordar um jogador-problema, segundo o autor do artigo isso resolve a maioria dos problemas dele, claro que também não é a salvação da lavoura. Você mestre que deseja fazer sua carta para aquele jogador, a forma de abordagem pode ser (preferencialmente)discreta entregado a carta sem criar desconfortos, ou pode ser ainda algo aberto a todo o grupo sem citar nomes - acredito que os mais tímidos certamente terão dificuldade em fazê-lo, para os que entendem bem de inglês aconselho ler o artigo inteiro.
ResponderExcluirAcima de tudo não deixe que os problemas em mesa se acumulem, dificilmente um grupo se manterá coeso se não existir harmonia entre seus membros, sendo uma mera questão de tempo para que ele venha a se desfazer.