Ilberic Tuck - relato da sessão de 23/10/2012 (Parte I) - por R. Raposo
... dentro do sonho de uma criança. A porta foi aberta por Kaliel e entramos. Lá dentro encontramos um garoto brincando com um cavalinho de madeira. Quando o retiramos de lá, ele viu algo no bosque e saiu correndo. Fomos atrás dele e acabamos vendo uma menina, que ele repetidamente chamava: Lilandra! Lilandra! Correndo atrás dela, acabamos sendo levados a uma clareira, na qual fomos emboscados. Felizmente as criaturas eram fracas e as derrotamos. Em seguida, seguimos o rastro da menina, que entrava em um buraco. Este nos conduziu a uma sala, em que havia várias crianças cantando e batendo palmas. Era o lugar onde havíamos encontrado as crianças mortas, tempos atrás. Estávamos adentrando uma memória da criança no cativeiro. Lá, havia várias meninas iguais a Lilandra, cada uma delas acompanhando um garoto que, pelas vestes, parecia de família nobre. Inesperadamente, Kaliel golpeou uma das menininhas, o que fez com que a criança que regia o coro fugisse. A perseguimos e isso ...
O interessante é que essa carta é uma sugestão de como um Mestre pode abordar um jogador-problema, segundo o autor do artigo isso resolve a maioria dos problemas dele, claro que também não é a salvação da lavoura. Você mestre que deseja fazer sua carta para aquele jogador, a forma de abordagem pode ser (preferencialmente)discreta entregado a carta sem criar desconfortos, ou pode ser ainda algo aberto a todo o grupo sem citar nomes - acredito que os mais tímidos certamente terão dificuldade em fazê-lo, para os que entendem bem de inglês aconselho ler o artigo inteiro.
ResponderExcluirAcima de tudo não deixe que os problemas em mesa se acumulem, dificilmente um grupo se manterá coeso se não existir harmonia entre seus membros, sendo uma mera questão de tempo para que ele venha a se desfazer.