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Mostrando postagens de janeiro, 2012

Vikings - sessão de 21/1/2012 - por R. Raposo

AMEAÇA EM UMA NOITE DE TEMPESTADE Naquela noite, após as discussões no conselho, várias pessoas haviam deixado a aldeia. Ykoll e Bakar lembraram disso assim que terminaram de liquidar seus oponentes, voltaram rápido e procuraram saber quem tinha saído e que rumo tinha tomado. Logo souberam que Maruk e Bohr tomaram a ravina que costeava o campo dos lenhadores. Wolfganger e Torquil seguiram acompanhando a ravina que passava próxima ao altar de Freya. Andreas saíra em busca de um cordeiro que escapara do cercado e tomara o rumo da pastagem de verão a leste. "Vamos atrás de meu pai, que está sozinho", sugeriu Bakar. Tomaram então a direção do pasto, que se abria cerca de quinhentos passos depois do altar. Andaram depressa e, antes que a clareira se abrisse ante seus olhos, ouviram gritos de Andreas. Adiantaram-se a tempo de vê-lo de pé, no meio do campo, rodeado por flechas que se cravavam no chão, com mais uma enterrada em seu escudo e outra na coxa direita. Acuado, e...

A balada do combate ao luar - Autor: R. Lima.

Em uma vila bem ao norte Entre dois rios que descem um contraforte Surgiram os fazedores de morte Cada um grande como um troll Grotescas criaturas de corações sem branduras Que saem das sombras para testar a sorte Mas a vila é cheia de luz e a magia é forte Protegida por heróis que brilham como faróis O bruxo, o arqueiro, o líder e o guerreiro Cada um com a sua luz brilha as cores de todos nós O destemido guerreiro é chamado Ikoll Nos pastos verdes da vila brilhou como um sol Nas mãos, um escudo e a “filha do ferreiro” Espada cunhada do sangue dos gigantes de gelo Acompanhado pelo primo Bakar Foi emboscado nos pastos do lado oposto ao doce mar Ante a adversidade lançou um brado ao ar: “POR ODIM, TENHO ALGO PARA MATAR! RAH! RAH! RAH!” E os covardes com flechas lutaram Julgavam que 2 vikings pegaram Mas um era Ikoll, o maior que um troll Ele correu e bradou trinta metros Quase voou em passos bem retos Em meio à escuridão sem luar, Onde pa...

Vikings - sessão de 18/01/2012 - autor: R. Raposo

COMBATE AO LUAR O dia havia sido tenso com as discussões no conselho da aldeia. Com o cair da noite, as pessoas livres procuraram se recolher para descansar ou dedicar-se a seus afazeres, mas nem todos. Alguns de espírito mais inquieto haviam procurado a tranquilidade das matas ao redor da vila em busca de paz e, quiçá, de alguma lebre. Ykoll estava simplesmente vagando pela aldeia, tentando perceber o que mudara, com uma sensação de desagrado, de insatisfação. Parecia-lhe que as coisas não tinham saído como ele esperava. Sua esposa era leal e dedicada, mas não era a mulher poderosa e fértil que ele julgava merecer. Sua reputação como guerreiro estava estabelecida, mas isso não parecia o suficiente para fazer prevalecer sua voz na assembleia. Parecia que tudo lhe estava entre as mãos, apenas para esvair-se entre seus dedos. Não queria voltar pra casa, não queria ir para as matas, não podia ir para a casa de ninguém e parecia que os olhares curiosos das mulheres o seguiam, quere...