A balada do combate ao luar - Autor: R. Lima.


Em uma vila bem ao norte
Entre dois rios que descem um contraforte
Surgiram os fazedores de morte
Cada um grande como um troll
Grotescas criaturas de corações sem branduras
Que saem das sombras para testar a sorte
Mas a vila é cheia de luz e a magia é forte
Protegida por heróis que brilham como faróis
O bruxo, o arqueiro, o líder e o guerreiro
Cada um com a sua luz brilha as cores de todos nós
O destemido guerreiro é chamado Ikoll
Nos pastos verdes da vila brilhou como um sol
Nas mãos, um escudo e a “filha do ferreiro”
Espada cunhada do sangue dos gigantes de gelo
Acompanhado pelo primo Bakar
Foi emboscado nos pastos do lado oposto ao doce mar
Ante a adversidade lançou um brado ao ar:
“POR ODIM, TENHO ALGO PARA MATAR! RAH! RAH! RAH!”
E os covardes com flechas lutaram
Julgavam que 2 vikings pegaram
Mas um era Ikoll, o maior que um troll
Ele correu e bradou trinta metros
Quase voou em passos bem retos
Em meio à escuridão sem luar,
Onde passavam flechas a sussurrar os nomes Ikoll e Bakar
A “filha do ferreiro” zunia ligeiro
E sob a fúria de Ikoll atacou o primeiro,
Inimigo de dois metros e meio, ferido
Sangrou quase ao meio partido
Bakar ao olhar só pode falar: “Freya, como é feio!”
E assim o primeiro arriou bem ligeiro,
o segundo tentou fugir galhofeiro
Ikoll deu-lhe uma barriga bem oca e quiçá, outra boca
Bakar já corria, mas não alcançava o inimigo que ladrava:
“homenzinho não sabe correr.  RAH! RAH! RAH!”
Ikoll já ardia a fúria de Modi,
só queria rasgar, matar  e ferir
Desejando, diante de si o próprio Fenrir
Lutava enfadado de ver pouco sangue cair
“CHAMA TEUS IRMÃOS, CÃO”
E o filho da morte se pôs a ganir
Indecente e envergonhado filho de Fenrir
Pelo destemor e bravura a lua sorriu
E orgulho sentiu quando Ikoll a viu
O  escudo de Ikoll havia crescido
Era agora o último inimigo que havia morrido
Humilhados, pegaram em lanças para matar Ikoll e Bakar
Escudo lançado no monstro ao lado
Bakar protegia o flanco, calado
Ikoll fazia seu giro da morte
E quatro cabeças a mais, jaziam no chão do norte
Para Ikoll, pouco sangue testara a sorte.

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