Surge a elfa - Parte II. Por E. Val
O caçador estava inquieto, os inimigos viriam, ele tinha certeza. Ele pôs-se a procurar rastros, pistas, quaisquer indícios de batedores, sem sucesso, exceto por um único rastro, que vinha da aldeia. O caçador seguiu o rastro, ele já reconhecera sua presa. A respiração do caçador tornou-se um pouco mais densa que o habitual, seus músculos envigoravam-se, porém seu coração manteve o mesmo ritmo, o caçador era preciso, ele não se deixava levar pela sua fúria como um björn. Logo ele avistou o infame, queria ter certeza de para onde ia, e então já tendo encontrado o destino, Maruk o passou sem ser visto e pulou nas águas da nascente silenciosamente. Das águas Maruk surgiu, arco já armado, restando-lhe apenas aliviar seus dedos do fardo. Se há uma coisa que abomino são espiões. Falou o patrulheiro. A criatura frágil se molhara, balbuciando palavras para justificar sua ida à entrada do covil de seus antigos anfitriões. Maruk não hesitou, seus dedos foram aliviados de um fardo...